Para viajar para o exterior precisa ter o nome limpo?

Estou com o “nome sujo”, posso tirar o passaporte e viajar para o exterior? Sim, não existe nenhuma restrição quanto ao fato de ter o CPF incluído nos órgãos de proteção (SCPC, Serasa, SPC), você poderá tirar o passaporte e viajar normalmente. A única restrição para tirar o passaporte é caso o seu Cadastro de Pessoa Física (CPF) esteja em situação irregular junto a Receita Federal do Brasil (RFB), no decorrer dessa matéria explicamos isso melhor.


Segundo uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) 41% dos brasileiros têm ou tiveram o “nome sujo”, a inadimplência muitas vezes é fruto de descontrole financeiro ou então de um programa pessoal, tal como, desemprego, doença, etc.

Nome sujo – Quem está com o nome sujo, ou seja, teve ou tem o CPF incluso no SCPC ou Serasa por conta de uma dívida pode viajar normalmente. O devedor não fica impedido de sair do país, portanto não existe nenhuma restrição para emissão de passaporte.

Mesmo que seja uma dívida ativa, isto é, dívida com o poder público, não existe problema em sair do país. No ato de saída do país a Polícia Federal analisa apenas se a pessoa tem algum impedimento judicial para sair do país (exemplo: mandado de prisão, impedimento judicial, procurado pela Interpol, etc).

CPF irregular – Estar com o CPF irregular na Receita Federal é diferente de estar com o “nome sujo”. Uma das exigências para tirar o passaporte é ter o CPF (Cadastro de Pessoa Física), até mesmo as crianças precisam tirar o documento para conseguir um passaporte. Sendo assim, caso seu CPF esteja em situação irregular não será possível emitir o documento.

Posso ter problema com a imigração por ter o “nome sujo”?
O Cadastro de Proteção ao Crédito, ou seja, SCPC e SERASA é nacional, sua atuação é apenas no Brasil, em muitos países sequer existe o cadastro de inadimplentes. Fique tranquilo (a), normalmente a imigração não faz esse tipo de consulta para conceder vistos.

Há um boato de que o consulado americano no Brasil consulte os órgãos de proteção ao crédito depois que o solicitante preenche o formulário de solicitação pela internet, contudo, essa informação nunca foi confirmada.

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